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ONU afirma que ‘nenhuma mulher deve se sentir incapaz diante de um diagnóstico de câncer’

altPara marcar o fim do “outubro rosa”, diretora da OPAS/OMS enumerou em vídeo os principais compromissos assumidos pelos Estados-Membros da ONU para combater a doença.

Em comemoração ao Outubro rosa, mês dedicado à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama, a sede da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), escritório regional da Organização Mundial de Saúde (OMS), não só “se vestiu de rosa” como também promoveu vários eventos em parceria com o Ministério da Saúde, o Senado Federal e outras instituições para divulgar e discutir a doença.

Focado nas questões atuais sobre a doença, as palestras ministradas pela instituição abordaram as principais diretrizes do Ministério da Saúde quanto às ações contra o câncer a partir do diagnóstico, além de medidas de prevenção, controle e cuidados à saúde.

Informação, rastreamento e prevenção do problema por meio de mamografias também estiveram em pauta.

Segundo o Ministério da Saúde, é aconselhado que mulheres entre 50 e 69 anos façam mamografia de dois em dois anos e que deve sempre ter um acompanhamento médico. Compromissos dos Estados-Membros

Em um vídeo lançado durante a 69ª Assembleia Geral da ONU em setembro, a diretora da OPAS/OMS, Carissa Etienne, enumerou os compromissos assumidos pelos Estados-Membros para combater e promover consciência sobre o câncer.

Segundo Etienne, dentre as principais ações estão: tornar o câncer uma prioridade na agenda de saúde pública, divulgar métodos preventivos, assegurar que os serviços estejam disponíveis e acessíveis para tratamento e prevenção, aumentar o acesso à vacina contra o HPV e engajar e mobilizar parcerias com grupos operantes na saúde.

A diretora da OPAS/OMS diz que “nenhuma mulher deve sentir-se incapaz diante de um diagnóstico de câncer. Nós precisamos trabalhar juntos para combater e prevenir esta doença”.

Por fim, ela pede a mobilização de todos em prol desta causa e diz que acredita “sermos capazes de mudar a história”.

Fonte: Rádio ONU em Nova York

 
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