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MS amplia monitoramento do tempo e terá novas estações meteorológicas

altO monitoramento do tempo será ampliado neste ano em Mato Grosso do Sul com a implantação de 17 estações meteorológicas. O investimento será de R$ 2.489.375,00, sendo R$ 503.115 de contrapartida do governo. Conforme deliberação do Fundems (Fundo de Desenvolvimento das Culturas do Milho e da Soja), publicada nesta quarta-feira, o recurso será repassado para a secretaria de Produção.

Atualmente, o Cemtec/MS (Centro de Meteorologia de Mato Grosso do Sul) tem quatro estações próprias, localizadas em Amambai, Aquidauana, Cassilândia e São Gabriel do Oeste. O centro também monitora 28 estações do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) e cinco do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

De acordo com o assessor técnico do Cemtec, Carlos Eduardo Borges, as novas estações serão implantadas a partir de abril. Segundo ele, a previsão era de que as unidades entrassem em operação ainda no ano passado, mas o cronograma sofreu atraso devido à documentação. O convênio é com o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

Os 17 municípios não têm estações e foram definidos de acordo com as regiões agrícolas. A rede de monitoramento será expandida para Angélica, Aral Moreira, Bandeirantes, Bonito, Brasilândia, Caarapó, Camapuã, Fátima do Sul, Iguatemi, Itaquiraí, Laguna Carapã, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Pedro Gomes, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo e Selvíria.

“São estações top de linha, com o mesmo monitoramento do Inmet”, afirma o assessor técnico. De acordo com Carlos Borges, serão monitoradas as dez principais variáveis meteorológicas, como temperaturas mínima e máxima, velocidade do vento. “Informações de fundamental importância para a sociedade”, diz.

No segmento da agricultura, será avaliada disponibilidade de água nos solos, com os indicativos das variáveis climáticas para estimar o balanço hídrico e identificar as áreas e os períodos de plantio com o menor risco. As medidas são de fomento à produção do milho e da soja no Estado.

Fonte: Campo Grande News

 
 
 

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